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  • Teste genético

    Personalização real para a sua alimentação

    Nem todo corpo responde da mesma forma ao mesmo alimento. Duas pessoas podem consumir a mesma quantidade de carboidratos, gorduras ou cafeína e ter reações metabólicas bem distintas, e boa parte dessa diferença está escrita no DNA.

    O que o exame avalia

    O teste genético analisa o perfil genético relacionado ao metabolismo, à resposta a nutrientes específicos e a predisposições individuais. Ele revela, por exemplo, como o corpo tende a processar gorduras e carboidratos, a sensibilidade à cafeína e ao sódio, a capacidade de metabolizar determinadas vitaminas e a predisposição a quadros como resistência à insulina ou inflamação crônica.

    Da genética para o prato

    Essas informações não substituem o acompanhamento nutricional, elas o tornam mais assertivo. Saber que o organismo tem, por exemplo, menor eficiência na metabolização de gorduras ou maior sensibilidade ao sódio permite ajustar a alimentação de forma direcionada, em vez de seguir recomendações genéricas que nem sempre trazem resultado.

    O mesmo vale para a prevenção. Conhecer predisposições individuais com antecedência abre espaço para estratégias nutricionais que atuam antes que desequilíbrios se instalem, e não apenas depois que os sintomas aparecem.

    Um mapa, não uma sentença

    É importante entender o teste genético como um guia, não como um destino fixo. A genética indica tendências, o ambiente, os hábitos e a alimentação continuam tendo papel decisivo sobre como essas predisposições se expressam. É exatamente nesse ponto de encontro entre informação genética e decisão nutricional que o exame ganha valor: ele transforma uma predisposição em uma estratégia de cuidado.

     

    Agende seu exame:

     

    Endereço: Rua Lima de Barros, 143, Jardim Paulista.

     

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  • Disbiose: como avaliar através de exames o desequilíbrio intestinal.

    Teste de Microbioma: o que as bactérias intestinais revelam sobre a sua saúde.

    A digestão, a imunidade e até o metabolismo têm um ponto em comum: dependem diretamente do equilíbrio das bactérias que vivem no intestino. Esse conjunto de microrganismos, trilhões deles, forma o que chamamos de microbioma intestinal, e ele funciona quase como um órgão à parte, influenciando processos que vão muito além da digestão.

    O que o exame avalia

    O teste de microbioma analisa a composição dessas bactérias intestinais, identificando quais espécies estão presentes e em que proporção. A partir desse mapeamento, é possível compreender como o intestino está funcionando e se há desequilíbrios, o chamado disbiose, que podem estar por trás de sintomas como inchaço, alterações de peso, inflamação persistente ou baixa imunidade.

    Por que isso importa na prática

    Duas pessoas podem seguir a mesma dieta e ter respostas completamente diferentes: ganho de peso, distensão abdominal, cansaço. Parte dessa diferença está justamente na composição do microbioma. Um intestino desequilibrado pode dificultar a absorção de nutrientes, favorecer processos inflamatórios de baixo grau e até interferir na regulação do apetite e do humor.

    Ao entender esse cenário individual, a estratégia nutricional deixa de ser genérica. Alimentos, fibras e nutrientes específicos podem ser priorizados para reequilibrar a microbiota, com impacto direto na digestão, na energia do dia a dia e no controle do peso a longo prazo.

    Um exame que conecta intestino e corpo como um todo

    Mais do que resolver desconfortos digestivos, o teste de microbioma ajuda a enxergar a saúde intestinal como parte de um sistema maior, conectado à inflamação, à imunidade e ao metabolismo. É esse olhar integrado que torna o acompanhamento nutricional mais preciso e mais alinhado às necessidades reais do organismo.


    Agende o exame:


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  • Como saber de quantas calorias eu preciso?

    Calorimetria indireta: entenda o exame

    Agende em São Paulo

    O fim das estimativas no cálculo calórico

    Grande parte dos planos alimentares parte de uma limitação conhecida: o gasto calórico é estimado por fórmulas matemáticas baseadas em peso, altura, idade e gênero. Elas funcionam como uma média populacional, mas nenhum corpo é, de fato, uma média.

    O que o exame avalia

    A calorimetria é o exame que mede a taxa metabólica basal real do organismo, calculando com exatidão quantas calorias o corpo gasta em repouso. Em vez de estimar esse número a partir de fórmulas genéricas, o exame afere diretamente, por meio da análise dos gases respiratórios, a quantidade de energia que o corpo efetivamente consome para manter suas funções vitais.

    Por que a estimativa não é suficiente

    O metabolismo basal pode variar significativamente entre pessoas com o mesmo peso e a mesma altura. Duas pessoas com o mesmo perfil no papel podem ter gastos calóricos bem diferentes na prática, e é justamente essa diferença que as fórmulas estimativas não conseguem capturar.

    Esse é um dos motivos pelos quais planos alimentares bem estruturados às vezes não trazem o resultado esperado: a base de cálculo pode não corresponder à realidade metabólica daquele organismo específico.

    Precisão que se traduz em resultado

    Ao substituir a estimativa por um dado individualizado, a calorimetria permite construir um plano alimentar com uma margem de acerto muito maior, seja para emagrecimento, ganho de massa muscular ou manutenção de peso. É a diferença entre trabalhar com uma média e trabalhar com o número real do seu próprio corpo.

    Entre em contato e agende o exame de calorimetria indireta.

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  • Bioimpedância: o que a balança sozinha não mostra

    Agende – bioimpedância em São Paulo

    O número na balança conta apenas parte da história. Duas pessoas com o mesmo peso podem ter composições corporais completamente diferentes, uma com mais massa muscular, outra com mais percentual de gordura, e essa diferença muda totalmente a forma como a estratégia nutricional deve ser conduzida.

    O que o exame avalia

    A bioimpedância é a avaliação de composição corporal que mede, com precisão, massa muscular, gordura corporal, água corporal e a distribuição desses componentes por segmentos do corpo: braços, pernas e tronco, avaliados separadamente. A tecnologia utiliza uma corrente elétrica de baixa intensidade, imperceptível, que percorre o corpo e permite calcular esses valores com base na resistência que diferentes tecidos oferecem à passagem dessa corrente.

    Por que olhar além do peso

    Focar apenas na balança pode levar a conclusões equivocadas. É possível perder peso e, ainda assim, perder massa muscular, o que não é um resultado desejável. Também é possível manter o mesmo peso ao longo de um acompanhamento e, mesmo assim, estar evoluindo: ganhando músculo e perdendo gordura na mesma proporção.

    A bioimpedância torna esse processo visível. Ela mostra se o corpo está perdendo gordura, que é o esperado, e preservando massa muscular, que precisa ser mantida. Também revela assimetrias entre os lados do corpo e sinaliza questões como retenção de líquidos, que a balança não distingue.

    Um exame que acompanha a evolução real, agende sua avaliação

    Mais do que uma fotografia única, a bioimpedância é uma ferramenta de acompanhamento contínuo. Repetida ao longo do tempo, ela permite ajustar a estratégia nutricional com base em dados concretos sobre como o corpo está respondendo, e não apenas em um número que, sozinho, nunca conta a história completa.

  • Treinar muito e evoluir pouco? A ciência por trás da periodização nutricional

    Você já teve a sensação de que está treinando pesado, suando a camisa todos os dias, mas os resultados no espelho e na performance parecem estagnados? Muitas vezes, o problema não está na academia, mas na forma como você abastece o seu corpo. Se você treina, sua alimentação deveria acompanhar a intensidade e o volume do treino. Na ciência do esporte, isso tem um nome: periodização nutricional.

    A periodização nutricional é definida na literatura esportiva como o uso estratégico de intervenções nutricionais para potencializar as adaptações de curto e longo prazo ao treinamento. O conceito central é o “Fuel for the Work Required” (Abastecer para o Trabalho Necessário), onde a ingestão de nutrientes é ajustada sessão a sessão, e não apenas de forma linear.

    O Glicogênio como Sensor Metabólico

    Quando você realiza um treino muito intenso ou de maior duração, o corpo aumenta drasticamente o uso de glicogênio muscular. O glicogênio é a forma como armazenamos carboidratos nos músculos e no fígado, sendo o combustível preferencial para exercícios de alta intensidade. No entanto, a ciência moderna nos mostra que o glicogênio não é apenas um “tanque de combustível”, mas atua como um verdadeiro sensor metabólico 2.

    Baixos níveis de glicogênio sinalizam para a célula que há um estresse energético. Embora isso possa ser benéfico para algumas adaptações de resistência, como a biogênese mitocondrial, treinar constantemente com o “tanque vazio” é prejudicial para o desempenho imediato e para a hipertrofia muscular.

    A Relação com a Síntese Proteica e Recuperação

    Treinos intensos aumentam a demanda na recuperação e a sinalização para a síntese proteica. Se nesses dias você não ajustar a ingestão de energia e de carboidratos, o desempenho cai, a recuperação piora e a síntese muscular diminui. O resultado prático disso é treinar muito e evoluir pouco.

    Embora a ingestão de proteínas seja o principal estímulo para a síntese de proteínas musculares (MPS), a disponibilidade de energia é crucial. A via mTOR, que é a principal responsável por promover o crescimento muscular, é inibida pela via AMPK, que é ativada justamente quando a energia celular está baixa 3. Portanto, a falta de carboidratos e energia após um treino pesado pode reduzir a sinalização anabólica e até mesmo aumentar a quebra de proteína muscular.

    O Equilíbrio para o Emagrecimento

    Por outro lado, comer mais em dias sem estímulo intenso pode dificultar a perda de gordura quando o objetivo é o emagrecimento. A perda de gordura depende de um déficit calórico acumulado. Manter uma ingestão alta de carboidratos em dias de descanso ou de treinos leves gera um excedente energético desnecessário, o que pode estagnar a perda de peso.

    A periodização nutricional permite que você tenha um “superávit” nos dias em que realmente precisa (para suportar um treino intenso e recuperar a musculatura) e um “déficit” nos dias de menor demanda. Essa estratégia otimiza a composição corporal, ensinando o corpo a usar a gordura como fonte de energia nos momentos adequados.

    ConceitoEvidência CientíficaImpacto no Resultado
    Glicogênio como SensorNíveis baixos ativam AMPK, inibindo a via mTOR de crescimento.Essencial para equilibrar hipertrofia vs. resistência.
    RecuperaçãoA ressíntese de glicogênio é prioritária nas primeiras horas pós-treino.Carboidratos pós-treino aceleram a volta aos treinos intensos.
    Disponibilidade de EnergiaO corpo prioriza funções vitais se a energia estiver muito baixa.Pode causar queda hormonal e perda de massa magra.
    Flexibilidade MetabólicaAlternar dias de alto e baixo carbo melhora a capacidade do corpo de usar gordura.Melhora a composição corporal e a eficiência energética.

    Em resumo, a periodização nutricional é uma estratégia extremamente eficiente e que faz total diferença no resultado final. Ajustar o combustível de acordo com a exigência do motor é o segredo para evitar o platô e garantir que todo o seu esforço na academia se traduza em evolução real, tanto estética quanto de performance.

  • Como o estresse aparece no seu corpo

    Contas, reuniões, problemas, pendências. Quando a cabeça não desliga, o organismo permanece o tempo todo em estado de alerta, e o estresse se torna crônico.

    Com o tempo, isso afeta diretamente:

    • Sono e energia
    • Apetite e saciedade
    • Saúde metabólica
    • Imunidade
    • Intestino

    A relação entre estresse e sono

    Quanto maior a dificuldade para desacelerar, maior a chance de dormir menos, ter um sono mais superficial e acordar cansado.

    E com a piora do sono, aparecem outros sinais:

    • Mais fome ao longo do dia
    • Desejo por alimentos calóricos
    • Dificuldade para perceber saciedade

    Ou seja: às vezes, o que está faltando não é força de vontade, é recuperação.

    Por que o corpo busca comida sob estresse

    Sob estresse, é comum buscar alimentos mais palatáveis e energéticos. O cérebro tende a priorizar recompensas rápidas, e isso não é falta de disciplina: é fisiologia.

    O estresse crônico pode aparecer como:

    • Cansaço constante
    • Dificuldade de concentração
    • Sono ruim
    • Oscilações de apetite
    • Menor disposição para se exercitar
    • Sensação constante de urgência

    Nem sempre esses sinais são percebidos imediatamente, mas eles costumam se acumular ao longo dos meses.

    Quando o estresse é pontual x quando ele é crônico

    Quando o estresse é pontual, o corpo lida melhor com isso. O problema aparece quando esse sistema nunca desliga.

    Muitas vezes, a alimentação não é o único fator envolvido quando o corpo não responde como você gostaria. Sono, estresse, rotina e hábitos diários também fazem parte da equação.

    Cuidar da saúde é olhar para o todo.

    O que realmente ajuda

    Pequenas práticas repetidas diariamente costumam gerar mais resultado do que soluções extremas pontuais:

    • Sono regular
    • Exercício físico frequente
    • Alimentação equilibrada
    • Momentos de lazer e recuperação
    • Rotina menos caótica, sempre que possível

    Se você sente que fez tudo certo na dieta e o corpo não responde como esperava, talvez seja hora de olhar além do prato. Uma avaliação completa considera sono, rotina e níveis de estresse, porque composição corporal muda quando a estratégia considera tudo, não só a dieta.


    Ingrid Goulart Guimarães, CRN3-64691 Nutrição clínica e esportiva | Recomposição corporal

  • Nem toda estratégia que gera perda de peso é uma estratégia saudável.

    Esse é um dos maiores erros que vejo hoje nas redes sociais.

    Muitas dietas extremamente restritivas apresentam resultados rápidos no início, mas isso não significa que sejam superiores para saúde, composição corporal ou longevidade.

    Quando grupos alimentares inteiros são eliminados sem necessidade, alguns pontos merecem atenção:

    • Menor ingestão de fibras, importantes para a saúde intestinal, saciedade e controle metabólico.

    • Redução da variedade de vitaminas, minerais e compostos bioativos presentes nos alimentos vegetais.

    • Maior dificuldade em construir uma alimentação sustentável no longo prazo.

    Além disso, uma dieta não deve ser avaliada apenas pelo que tira na balança, mas também pelo impacto que causa na saúde cardiovascular, metabólica e na qualidade de vida.

    A nutrição raramente é tão simples quanto as tendências da internet fazem parecer.

    Antes de seguir qualquer estratégia alimentar, vale perguntar: ela está baseada em evidências ou apenas em promessas?

    Qual sua opinião sobre essas dietas?

    Nem toda estratégia que gera perda de peso é uma estratégia saudável.

    Esse é um dos maiores erros que vejo hoje, iniciar uma dieta restrita em grupos alimentares, como a dieta carnívora.

    Muitas dietas extremamente restritivas apresentam resultados rápidos no início, mas isso não significa que sejam superiores para saúde, composição corporal ou longevidade.

    Quando grupos alimentares inteiros são eliminados sem necessidade, alguns pontos merecem atenção:

    • Menor ingestão de fibras, importantes para a saúde intestinal, saciedade e controle metabólico.

    • Redução da variedade de vitaminas, minerais e compostos bioativos presentes nos alimentos vegetais.

    • Maior dificuldade em construir uma alimentação sustentável no longo prazo.

    Além disso, uma dieta não deve ser avaliada apenas pelo que tira na balança, mas também pelo impacto que causa na saúde cardiovascular, metabólica e na qualidade de vida.

    A nutrição raramente é tão simples quanto as tendências da internet fazem parecer.

    Antes de seguir qualquer estratégia alimentar, vale perguntar: ela está baseada em evidências ou apenas em promessas?

    Qual sua opinião sobre essas dietas?

  • Você é magra e sente que seu corpo muda completamente da hora que acorda até a noite?

    Se você já pensou que poderia estar engordando ao longo do dia e que precisava restringir mais a dieta, preciso te contar:

    Quando você já come alimentos saudáveis e mesmo assim o inchaço é constante, existe um grupo de alimentos que pode estar por trás disso: 

    os FODMAPs, que são carboidratos fermentáveis que, em pessoas sensíveis, são mal digeridos e fermentam no intestino.

    Isso pode gerar:
    
• barriga estufada
• gases
• dor abdominal
• sensação de indigestão

    E o que confunde muito é que mesmo alimentos saudáveis também podem estar nesse grupo:
    
Maçã, abacate, brócolis, couve-flor, repolho…

    Mas atenção, isso não é uma lista para você sair cortando.

    O ideal é entender o seu corpo de forma individual, com avaliação adequada, para identificar o que realmente está te causando sintomas.

    Isso acontece com você?

  • Eletrólitos: a nova obsessão da internet

    Há alguns meses, quase ninguém falava sobre eles. Hoje eles fazem parte da rotina diária — e tem algo de curioso sobre isso.

    Agora parece que você não pode caminhar, treinar, trabalhar ou viajar sem repor alguma coisa na água.

    E é aqui que começa a confusão. Uma recomendação pode ser útil sem ser necessária para todo mundo.

    Existem situações em que os eletrólitos fazem sentido: provas e treinos de longa duração (+90 min), alta intensidade ou em ambiente quente e úmido, corrida de longa distância, ciclismo e triathlon, e tratamentos emagrecedores.

    Mas nem tudo que é bom para uma pessoa vai ser bom para você. Caminhada, treino de musculação, treino curto de corrida e rotina sedentária não precisam de reposição.

    Nem tudo que funciona em um contexto vai ser reproduzido em todos os outros.

    Enquanto isso, tem muita gente achando que água sozinha deixou de ser suficiente. Mas para a maioria, ela continua sendo.

    O problema é transformar algo que pode fazer sentido em um contexto específico como solução para todos.

    Quando tudo é vendido como essencial, fica difícil identificar o que realmente importa.

    Mais importante do que acompanhar tendências é entender o seu contexto.

  • Você recebeu o diagnóstico de endometriose e a primeira orientação foi retirar o glúten e a lactose?

    Existem três pontos que precisam ser entendidos com mais profundidade:

    Glúten e lactose não são vilões universais. Não existe evidência suficiente para excluir de forma generalizada. Mas isso não significa que nunca funcione, algumas mulheres melhoram, especialmente quando existe sensibilidade individual. O ponto é: não é regra, é contexto clínico. 

    Cortar tudo pode piorar mais do que ajudar. Restrições aleatórias aumentam o risco de inadequação nutricional e pioram a relação com a comida, e uma relação ruim com a alimentação também impacta na adesão.

    O foco deve ser um padrão alimentar anti-inflamatório, com base em modelos como a dieta mediterrânea, ajuste de fibras e cuidado com a saúde intestinal.

    Endometriose não se trata com extremos, se trata com precisão.

    É sobre fazer o que faz sentido pro seu caso.