Você até pode reduzir calorias sem mudar a qualidade da alimentação, mas isso impacta na resposta do corpo, no controle de sintomas e em sustentar o peso lá na frente.
Durante o uso da medicação, o cuidado com a alimentação precisa aumentar, não diminuir.
Perder peso rápido demais pode facilitar deficiências nutricionais importantes, principalmente de ferro, cálcio, magnésio, zinco e vitaminas como B12, D e C. E os sinais aparecem no dia a dia: cansaço excessivo, queda de cabelo, pele mais sensível, fraqueza muscular, pior recuperação e hematomas com facilidade.
Além disso, os efeitos gastrointestinais da medicação também podem dificultar a absorção de nutrientes, por isso, a composição da dieta importa tanto quanto as calorias.
Outro ponto importante é a massa muscular: restrição excessiva, pouca proteína e ausência de treino de força aumentam a perda muscular durante o emagrecimento, principalmente em mulheres no climatério, menopausa e pessoas mais velhas.
E não é só músculo que pode ser afetado, perdas muito rápidas de peso também podem impactar a massa óssea, especialmente sem treino e sem uma alimentação adequada.
Emagrecer é construir um corpo saudável, forte e sustentável a longo prazo, e isso acontece construindo um estilo de vida, com ou sem a medicação.
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